Um link que compartilho com vcs.
Registro a qualidade da Revista.
Será mais um marco no ABC.
Abs Edgard Brandão
http://www.noticiasdoabc.com.br/linha-de-frente/214-qsanto-andre-precisa-de-um-gerente-a-politica-e-complementarq-disse-edgard-brandao-junior-psc.html
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Projeto Aquapolo X Santo André-SP
Compensação ambiental:
Como deveria ter ficado a nossa Av. dos Estados uma das vias mais importantes da Região do ABC:
No desenho acima de forma esquemática foram considerados 2,50 m de passeio em ambos os lados, 1,50 m de calçada entre a pista e a "canalização", 14,00 m de pista de rolamento (4 faixas de 3,50 m cada) e uma calha de 24,00 m para o Rio Tamanduateí.
A atual administração de Santo André perdeu uma grande oportunidade de conseguir junto ao Governo do Estado do de São Paulo com a participação da SABESP e DAEEE na recuperação da Av. dos Estados e do Rio Tamanduateí.
Não é um projeto de difícil implantação. Grande parte poderia ter sido executada pelas "compensações ambientais" do Projeto Aquapolo com a participação da SPE Foz do Brasil / SABESP, DAEE, Secretaria de Transportes Metropolitanos, Petrobras, Ministério dos Transportes, SEMASA e Prefeitura de Santo André e, em especial, órgãos de meio ambiente municipal, estadual e federal. Uma participação do BNDES e até de recursos do exterior não poderiam ter sido descartados. A nossa Santo André merecia isso".
O projeto Aquapolo de repercussão mundial é muto importante para a Região do ABC.
Inicialmente irá beneficiar as Empresas do Polo Petroquímico de Capuava (Santo André e Mauá) com fornecimento de 1, 684 bilhão de m³ de água de reuso por ano.
Para se ter uma ideia, esse é o consumo domiciliar de uma cidade como a de Santos-SP anualmente.
A previsão de investimentos do projeto é da ordem de 130 milhões de reais e em nosso município serão instalados mais de 8,0 km de tubulações para utilização da água de reuso da Estação de Tratamento ETE-ABC, que fica situada no município de São Paulo ao lado do Ribeirão dos Meninos e divisa do município de São Caetano do Sul.
As empresas do Polo Petroquímico que inicialmente irão se beneficiar dessa utilização são: PQU, Cabot, Oxicap, Oxiteno, Politileno União, Nova Petroquímica e Unipar Divisão Química.
Nessa SPE a "Foz do Brasil" tem 51% do capital e a SABESP 49%. Para esse projeto do Polo Petroquímico de Capuava há uma parceria da "Foz do Brasil", Brasken e Odebrecht Infraestrutura que faz parte do Grupo Norberto Odebrecht.
Existem outros casos no país com o mesmo propósito envolvendo o Estado do Rio de Janeiro com sua Empresa de Saneamento CEDAE e a Petrobras e também um em menor escala em Minas Gerais com a participação da Copasa-MG.
Você poderá verificar mais detalhes no link abaixo cuja reportagem de 21,0 min está sendo largamente noticiada na imprensa com o título: "maior projeto de reuso de água do mundo", da Globo News em Cidades e Soluções. Merece ser visto.
http://g1.globo.com/platb/globo-news-cidades-e-solucoes/category/saneamento/
Edgard Brandão Jr.
Engenheiro Civil
Consultor em Administração Pública
facebook: Edgard Brandão Jr
twwitter: @edgardbrandao
Como deveria ter ficado a nossa Av. dos Estados uma das vias mais importantes da Região do ABC:
No desenho acima de forma esquemática foram considerados 2,50 m de passeio em ambos os lados, 1,50 m de calçada entre a pista e a "canalização", 14,00 m de pista de rolamento (4 faixas de 3,50 m cada) e uma calha de 24,00 m para o Rio Tamanduateí.
A atual administração de Santo André perdeu uma grande oportunidade de conseguir junto ao Governo do Estado do de São Paulo com a participação da SABESP e DAEEE na recuperação da Av. dos Estados e do Rio Tamanduateí.
Não é um projeto de difícil implantação. Grande parte poderia ter sido executada pelas "compensações ambientais" do Projeto Aquapolo com a participação da SPE Foz do Brasil / SABESP, DAEE, Secretaria de Transportes Metropolitanos, Petrobras, Ministério dos Transportes, SEMASA e Prefeitura de Santo André e, em especial, órgãos de meio ambiente municipal, estadual e federal. Uma participação do BNDES e até de recursos do exterior não poderiam ter sido descartados. A nossa Santo André merecia isso".
O projeto Aquapolo de repercussão mundial é muto importante para a Região do ABC.
Inicialmente irá beneficiar as Empresas do Polo Petroquímico de Capuava (Santo André e Mauá) com fornecimento de 1, 684 bilhão de m³ de água de reuso por ano.
Para se ter uma ideia, esse é o consumo domiciliar de uma cidade como a de Santos-SP anualmente.
A previsão de investimentos do projeto é da ordem de 130 milhões de reais e em nosso município serão instalados mais de 8,0 km de tubulações para utilização da água de reuso da Estação de Tratamento ETE-ABC, que fica situada no município de São Paulo ao lado do Ribeirão dos Meninos e divisa do município de São Caetano do Sul.
As empresas do Polo Petroquímico que inicialmente irão se beneficiar dessa utilização são: PQU, Cabot, Oxicap, Oxiteno, Politileno União, Nova Petroquímica e Unipar Divisão Química.
O Projeto Aquapolo tem com principal objetivo levar água de reuso tratada nessa e em outras ETAs para empresas de uma forma geral.
No caso do nosso Estado foi criada através de uma SPE - Sociedade de Propósito Específico denominado Aquapolo Ambiental, para utilização de 1.000 lts por segundo.Nessa SPE a "Foz do Brasil" tem 51% do capital e a SABESP 49%. Para esse projeto do Polo Petroquímico de Capuava há uma parceria da "Foz do Brasil", Brasken e Odebrecht Infraestrutura que faz parte do Grupo Norberto Odebrecht.
Participam do projeto três empresas da Organização Odebrecht: a Quattor, controlada pela Braskem; a Foz do Brasil, que atua no setor de engenharia ambiental; e a Odebrecht Infraestrutura, responsável pela execução da obra.
Existem outros casos no país com o mesmo propósito envolvendo o Estado do Rio de Janeiro com sua Empresa de Saneamento CEDAE e a Petrobras e também um em menor escala em Minas Gerais com a participação da Copasa-MG.
Você poderá verificar mais detalhes no link abaixo cuja reportagem de 21,0 min está sendo largamente noticiada na imprensa com o título: "maior projeto de reuso de água do mundo", da Globo News em Cidades e Soluções. Merece ser visto.
http://g1.globo.com/platb/globo-news-cidades-e-solucoes/category/saneamento/
Edgard Brandão Jr.
Engenheiro Civil
Consultor em Administração Pública
facebook: Edgard Brandão Jr
twwitter: @edgardbrandao
INDIGNAÇÃO...
A omissão de dois governos do Estado de São Paulo e da Prefeitura de Santo André.
Deveria ser chamada do "desenvolvimento insuportável e não sustentável"!
Obra do sistema Aquapolo do Governo do Estado de São Paulo / Sabesp no município de Santo André-SP.
Completei neste final de ano 41 anos de formação em engenharia civil. Nesse período todo procurei me especializar em administração pública após cursar também Administração de Empresas e uma Pós-graduação em Administração Pública. Completei essa formação com inúmeros cursos complementares, sempre voltados para a administração pública.
Atendendo a sugestão de técnicos da Prefeitura de Santo André, moradores da cidade, familiares e após várias matérias jornalísticas em jornais da região fui conferir a situação da Av. dos Estados e do Rio Tamanduateí no trecho do nosso município.
Deparei com situações lamentáveis como:
A obra já anteriormente citada como Sistema Aquapolo pode ser considerada de grande importância para o meio ambiente, pois permitirá a utilização de águas tratadas em usina de tratamento de esgotos como água de reuso.
Você pode obter mais detalhes no link abaixo.
O Cidades e Soluções, programa semanal da GloboNews, mostrou nesta quarta-feira (6) a importância da água de reúso para o desenvolvimento do país, destacando o Aquapolo, liderado pela Foz do Brasil, e o Comperj.
A relação custo benefício é clara. O esgoto tratado, chamado de água de reúso, pode ser utilizado para ações simples como serviços de limpeza ou rega de jardins e também para complexos processos indústrias. Vantagem para o meio ambiente, com o reuso muita água potável deixa de ser utilizada e fica disponível para a população.
São Paulo e Rio de Janeiro ainda não resolveram totalmente o passivo ambiental causado pela falta de saneamento básico nas regiões mais densamente povoadas do Brasil, mas dá exemplo importante para o país, quando o assunto é o aproveitamento inteligente do esgoto tratado.
Nos documentários custeados através de anúncios institucionais a Presidente da Sabesp do Governo de São Paulo Dilma Pena destaca a importância do Projeto Aquapolo que, lamentavelmente, se utiliza de um símbolo cujo desenho nada mais é que uma propaganda subliminar (desenho de uma pena) como você pode conferir na foto abaixo.
A estação de tratamento de esgoto existente na cidade de São Paulo, logo após a divisa com a cidade de São Caetano do Sul já tem mais de 30 anos de existência.
Utilizá-la adequadamente amortizando seus investimentos é bastante louvável, pois a subutilização da usina nesses anos todos sempre foi questionada por seus altos investimentos.
O Projeto Aquapolo é denominado na imprensa como o maior projeto de esgoto tratado no mundo. No nosso caso está sendo construída uma adutora que levará água de reuso da estação de tratamento ao Polo Petroquímico na nossa cidade e Mauá.
A Aquapolo Ambiental S.A. é uma SPE (Sociedade de Propósito Específico) criada pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) e pela Foz do Brasil – empresa de engenharia ambiental da Organização Odebrecht.
Agora vamos aos problemas:
A obra demorou muito mais tempo que o informado. As compensações ambientais foram ridículas como o próprio Prefeito Aidan Ravin reconheceu quando questionada pela Câmara a nosso pedido.
A empresa foi embora largou muito entulho e restos de materiais, sujeira e até um banheiro químico.
Executaram em conjunto com a Prefeitura a recuperação do pavimento que já apresentava depressão na pista dois dias após sua execução.
As seções do Rio Tamanduateí foram comprometidas pois a empresa jogou muito entulho e sobra da obra dentro do rio.
Com as chuvas tubos de canalizações, pedras grandes e restos de obras jogados no leito do Tamanduateí podem criar mais problemas de enchentes e danificar todo o sistema de estrutura dos pontilhões já comprometidos.
Os pontilhões da rotatória da Av. dos Estados no cruzamento com a Rua Antonio Cardoso estão comprometidos conforme denúncia do CREA-SP.
Isso tudo nos leva a reflexão que somente um Ministério Público sério poderia impor sanções pesadas aos administradores que trataram desse “acordo”, nas negociações das compensações ambientais e eventuais outorgas onerosas e, principalmente, pela ausência de fiscalização adequada : Governador Geraldo Alckmin, Presidente da SABESP Dilma Pena, Prefeito Aidan Ravin, Secretário da SOSP Alberto Casalinho, Secretário de Finanças Nilson Bonome e Superintendente da SEMASA Angelo Pavin, além dos responsáveis pela Foz do Brasil e Odebrecht que fazem parte desse sistema. Os vereadores da cidade em sua maioria neste caso prevaricaram por completa omissão de deveres e obrigações que é o de fiscalizar ação da administração pública em seu município, no caso Santo André.
Veja reportagem do Diário do Grande ABC de 26 de dezembro de 2011. Poderia ter sido um verdadeiro presente de Papai Noel" para nossa cidade.
Veja reportagem do Diário do Grande ABC de 26 de dezembro de 2011. Poderia ter sido um verdadeiro presente de Papai Noel" para nossa cidade.
Por essas e por outras às vezes dá vontade de “rasgar” o diploma de engenharia e abandonar a carreira de administração pública, mas se eu o fizer restarão poucos que procuram defender o interesse da cidade e o bem estar da população.
Mesmo assim deixo uma proposta mínima do que deveria ser a nossa mais importante via do nosso município. Isso deveria ter sido exigido do Estado que quase nada investe na cidade de Santo André.
At. Edgard Brandão Jr.
Ex Presidente da Assoc. dos Engs. e Arqs. do ABC
Ex Presidente da Assoc. dos Engs. E Arqs. de Santo André
Fundador da Delegacia Refional do Sind. dos Engs. do Est. S. Paulo
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Concessões já... parte 2
Complementando nosso artigo anterior a Folha de São Paulo publica hoje matéria que reforça nossa tese:
A inércia mais uma vez ficou evidente na contratação de obras na Infraero.
Esse é um assunto que se arrasta faz muito tempo.
Excessiva burocracia na Empresa Pública leva a concluir que não há como fugir das concessões dos principais aeroportos do País que necessitam de muitos investimentos, como o Aeroporto Internacional de Campinas-SP - Viracopos. (foto abaixo)
Obras para a Copa só se for para 2074... (1954, 2014... 2074)
Folha de São Paulo, quarta-feira, 04 de janeiro de 2012
Infraero perde R$ 1 bi do orçamento de 2011
Atrasos em projetos, nas obras e nas concessões impedem estatal de investir recursos previstos para reformar aeroportos
Remanejamento de verbas foi publicado no dia 29 para reaproveitar recursos; Galeão (RJ) perdeu R$ 167 milhões
Marcelo Camargo/Folhapress DE BRASÍLIA
A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) deixou de utilizar, no ano passado, R$ 1 bilhão previsto para construção e reforma em 23 aeroportos, incluindo 11 localizados em cidades-sede do Mundial.
Os aeroportos da Copa deverão receber R$ 6,5 bilhões em investimentos até 2014, mas as obras ainda não tiveram início na metade deles.
No remanejamento de recursos do Orçamento da União feitos no final do ano, foram "cancelados" R$ 981 milhões em investimentos nos aeroportos e R$ 88 milhões em manutenção do programa de segurança de voo e controle do espaço aéreo.
Apenas uma pequena parte dos cortes nas verbas que a Infraero não utilizou foi transferida para outros empreendimentos. A construção do terminal de passageiros 3 de Guarulhos levou R$ 166 milhões. Mas a maior fatia -R$ 178 milhões- foi destinada à manutenção da infraestrutura aeroportuária.
O remanejamento de verbas da Infraero, de outras estatais e de ministérios foi publicado no dia 29 de dezembro do ano passado em edição extra do "Diário Oficial da União". Esses cortes e suplementações são feitos no final do ano para reaproveitar os recursos não utilizados.
Quem mais perdeu foi o Galeão (R$ 167 milhões). Os cortes atingiram a reforma e a ampliação dos terminais 1 e 2 e a recuperação de pistas. Na suplementação, recebeu só R$ 3,7 milhões para a ampliação da pista de pouso e do pátio de aeronaves.
Técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União) ouvidos pela Folha disseram que a não execução das verbas previstas no Orçamento se deve a atrasos nas obras programadas. Assim, a ineficiência do gestor em dado período acaba tendo consequências pelos períodos subsequentes.
Esses cancelamentos em larga escala já haviam sido discutidos no relatório de contas do governo de 2010 na função "transporte".
COPA
A preocupação do TCU com os cortes no orçamento da Infraero é que isso venha a impactar as obras para os megaeventos esportivos que o país irá sediar em breve.
O Brasil foi anunciado como país-sede da Copa de 2014 em outubro de 2007, mas muitas obras atrasaram.
A reforma e a ampliação do terminal Sul de passageiros de Brasília se arrasta desde 2007. No primeiro balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em abril daquele ano, estava prevista a conclusão em agosto de 2010, no valor de R$ 149 milhões.
Mas o TCU apontou falhas no edital e recomendou a paralisação da obra naquele ano. O projeto foi totalmente alterado e a obra teve início em abril do ano passado. Perdeu R$ 115 milhões no remanejamento do final do ano. Tem prazo de conclusão previsto para dezembro de 2013, no valor de R$ 864 milhões.
Pelo planejamento da estatal, a ampliação do sistema de pistas e pátios de Guarulhos estaria concluída em agosto de 2008, como registra o segundo balanço do PAC. Depois, o prazo foi sendo estendido até chegar a outubro de 2013. Iniciada apenas em maio de 2010, a obra tem dois terços realizados
A inércia mais uma vez ficou evidente na contratação de obras na Infraero.
Esse é um assunto que se arrasta faz muito tempo.
Excessiva burocracia na Empresa Pública leva a concluir que não há como fugir das concessões dos principais aeroportos do País que necessitam de muitos investimentos, como o Aeroporto Internacional de Campinas-SP - Viracopos. (foto abaixo)
Obras para a Copa só se for para 2074... (1954, 2014... 2074)
Folha de São Paulo, quarta-feira, 04 de janeiro de 2012
Infraero perde R$ 1 bi do orçamento de 2011
Atrasos em projetos, nas obras e nas concessões impedem estatal de investir recursos previstos para reformar aeroportos
Remanejamento de verbas foi publicado no dia 29 para reaproveitar recursos; Galeão (RJ) perdeu R$ 167 milhões
Marcelo Camargo/Folhapress DE BRASÍLIA
A Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) deixou de utilizar, no ano passado, R$ 1 bilhão previsto para construção e reforma em 23 aeroportos, incluindo 11 localizados em cidades-sede do Mundial.
Os aeroportos da Copa deverão receber R$ 6,5 bilhões em investimentos até 2014, mas as obras ainda não tiveram início na metade deles.
No remanejamento de recursos do Orçamento da União feitos no final do ano, foram "cancelados" R$ 981 milhões em investimentos nos aeroportos e R$ 88 milhões em manutenção do programa de segurança de voo e controle do espaço aéreo.
Apenas uma pequena parte dos cortes nas verbas que a Infraero não utilizou foi transferida para outros empreendimentos. A construção do terminal de passageiros 3 de Guarulhos levou R$ 166 milhões. Mas a maior fatia -R$ 178 milhões- foi destinada à manutenção da infraestrutura aeroportuária.
O remanejamento de verbas da Infraero, de outras estatais e de ministérios foi publicado no dia 29 de dezembro do ano passado em edição extra do "Diário Oficial da União". Esses cortes e suplementações são feitos no final do ano para reaproveitar os recursos não utilizados.
Quem mais perdeu foi o Galeão (R$ 167 milhões). Os cortes atingiram a reforma e a ampliação dos terminais 1 e 2 e a recuperação de pistas. Na suplementação, recebeu só R$ 3,7 milhões para a ampliação da pista de pouso e do pátio de aeronaves.
Técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União) ouvidos pela Folha disseram que a não execução das verbas previstas no Orçamento se deve a atrasos nas obras programadas. Assim, a ineficiência do gestor em dado período acaba tendo consequências pelos períodos subsequentes.
Esses cancelamentos em larga escala já haviam sido discutidos no relatório de contas do governo de 2010 na função "transporte".
COPA
A preocupação do TCU com os cortes no orçamento da Infraero é que isso venha a impactar as obras para os megaeventos esportivos que o país irá sediar em breve.
O Brasil foi anunciado como país-sede da Copa de 2014 em outubro de 2007, mas muitas obras atrasaram.
A reforma e a ampliação do terminal Sul de passageiros de Brasília se arrasta desde 2007. No primeiro balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), em abril daquele ano, estava prevista a conclusão em agosto de 2010, no valor de R$ 149 milhões.
Mas o TCU apontou falhas no edital e recomendou a paralisação da obra naquele ano. O projeto foi totalmente alterado e a obra teve início em abril do ano passado. Perdeu R$ 115 milhões no remanejamento do final do ano. Tem prazo de conclusão previsto para dezembro de 2013, no valor de R$ 864 milhões.
Pelo planejamento da estatal, a ampliação do sistema de pistas e pátios de Guarulhos estaria concluída em agosto de 2008, como registra o segundo balanço do PAC. Depois, o prazo foi sendo estendido até chegar a outubro de 2013. Iniciada apenas em maio de 2010, a obra tem dois terços realizados
domingo, 25 de dezembro de 2011
Homenagem ao ex Prefeito Dr. Newton da Costa Brandão
Hoje faz 1 ano que ele nos deixou.
A cidade de Santo André tem marcas importantes de suas três administrações.
Enumerá-las seria pouco para nossa homenagem.
Como todo prefeito e ele o foi em três oportunidades (1969/1972 - 1983/1988 - 1993/1996), teve seus méritos, mas também teve desacertos, afinal foram 14 anos de mandato como Prefeito de Santo André-SP. Quem não erra?
No computo geral por ter trabalhado em suas três gestões avalio-as como bastante positivas.
Fui contratado como estagiário de engenharia civil no segundo ano de sua primeira gestão e acabei tendo minha aposentadoria na PMSA sendo assinada também por ele em sua terceira gestão.
Nesta última acabei por exercer a função de Secretário de Habitação (1995/1996) e esse ó motivo da FOTO abaixo, que representou um marco na cidade na área de habitação (Junho de 1996), na oportunidade da assinatura da contratação e liberação dos recursos.
Nessa oportunidade foi assinado o primeiro contrato do "Programa Pró-moradia" em todo o País, lançado pela Caixa Econômica Federal.
Como ele não usava o transporte aéreo tive que pessoalmente em Brasília resolver essa liberação junto a Diretoria da Caixa Econômica Federal.
Me deu autonomia, acreditou em meu trabalho e conseguimos em menos de 6 (seis) meses, licitar, construir e entregar as 200 unidades habitacionais e também de forma inédita incluir servidores dentro do programa da CEF e ainda deixar mais 640 unidades habitacionais aprovadas no programa o que aconteceu na gestão seguinte do então prefeito Celso Daniel.
A FOTO abaixo relata as etapas desde seu início até a entrega das unidades habitacionais em Dezembro de 1996. Foi sua última participação em solenidade de suas gestões.
A construção da Avenida Perimetral em sua primeira gestão sem recursos de fora da Prefeitura foi um feito bastante importante e deixou um programa de sistema viário para ser continuado. Foi inaugurada em 1972 no término de sua primeira gestão.
Exerceu o mandato de Deputado Estadual em duas oportunidades também.
Poderíamos registrar outros feitos, mas acredito que essas duas por si só valem para o registro do aniversário de sua morte e a nossa homenagem, com muito respeito ao seu nome e aos familiares.
At. Eng. Edgard Brandão Jr.
Ex Secretário de Habitação de S. André
A cidade de Santo André tem marcas importantes de suas três administrações.
Enumerá-las seria pouco para nossa homenagem.
Como todo prefeito e ele o foi em três oportunidades (1969/1972 - 1983/1988 - 1993/1996), teve seus méritos, mas também teve desacertos, afinal foram 14 anos de mandato como Prefeito de Santo André-SP. Quem não erra?
No computo geral por ter trabalhado em suas três gestões avalio-as como bastante positivas.
Fui contratado como estagiário de engenharia civil no segundo ano de sua primeira gestão e acabei tendo minha aposentadoria na PMSA sendo assinada também por ele em sua terceira gestão.
Nesta última acabei por exercer a função de Secretário de Habitação (1995/1996) e esse ó motivo da FOTO abaixo, que representou um marco na cidade na área de habitação (Junho de 1996), na oportunidade da assinatura da contratação e liberação dos recursos.
Nessa oportunidade foi assinado o primeiro contrato do "Programa Pró-moradia" em todo o País, lançado pela Caixa Econômica Federal.
Como ele não usava o transporte aéreo tive que pessoalmente em Brasília resolver essa liberação junto a Diretoria da Caixa Econômica Federal.
Me deu autonomia, acreditou em meu trabalho e conseguimos em menos de 6 (seis) meses, licitar, construir e entregar as 200 unidades habitacionais e também de forma inédita incluir servidores dentro do programa da CEF e ainda deixar mais 640 unidades habitacionais aprovadas no programa o que aconteceu na gestão seguinte do então prefeito Celso Daniel.
A FOTO abaixo relata as etapas desde seu início até a entrega das unidades habitacionais em Dezembro de 1996. Foi sua última participação em solenidade de suas gestões.
A construção da Avenida Perimetral em sua primeira gestão sem recursos de fora da Prefeitura foi um feito bastante importante e deixou um programa de sistema viário para ser continuado. Foi inaugurada em 1972 no término de sua primeira gestão.
Exerceu o mandato de Deputado Estadual em duas oportunidades também.
Poderíamos registrar outros feitos, mas acredito que essas duas por si só valem para o registro do aniversário de sua morte e a nossa homenagem, com muito respeito ao seu nome e aos familiares.
At. Eng. Edgard Brandão Jr.
Ex Secretário de Habitação de S. André
domingo, 18 de dezembro de 2011
Concessões dos Aeroportos
O nosso País precisa de modernidade.
Fui convidado em Setembro de 2006 para assumir o importante cargo de Superintendente Regional do Sudeste na Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO e aceitei o desafio.
Na proposta de contratação minhas metas foram, em especial, apresentar estudos para concessões de aeroportos mesmo que de forma parciais como os terminais e combater a corrupção nos contratos comerciais dos aeroportos mais importantes do Brasil que ficavam sob a responsabilidade dessa Regional, ou seja: o Aeroporto Internacional de São Paulo - Guarulhos, Aeroporto de Congonhas, Aeroporto de Viracopos - Campinas e o aeroporto do Campo de Marte.
A queda do avião da Gol no choque com o Legacy oito dias depois de minha posse trouxe para o sistema um caos que acabou por dificultar essas ações propostas na minha contratação.
Na Infraero palavras como concessão ou privatização eram consideradas "palavrão".
Por estratégia convidei alguns técnicos de fora da empresa para estudarmos essas propostas. O trabalho foi muito produtivo.
Quando estava prestes a ser concluído e entregue aos dirigentes do País, ou seja Presidente República, Casa Civil e Presidente da Câmara dos Deputados aconteceu o acidente do avião da TAM ao lado do Aeroporto de Congonhas.
Isso acabou por alterarmos mais uma vez nossas propostas, pois tanto o Presidente da Infraero como o Ministro da Defesa pensavam em abrir o capital da Empresa e não fazer concessões.
Ambos receberam com detalhes (ver foto ilustrativa) sobre todos elementos e situação dos aeroportos da Regional.
Na foto em visita ao Aeroporto Internacional de São Paulo - Guarulhos-SP (Cumbica) com a presença do ex Prefeito Elói Pietá, Comandante da Aeronáutica tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito, Presidente da Infraero Sergio Gaudenzi, Ministro da Defesa Nelson Jobim e Eng Edgard Brandão Superintende Regional do Sudeste - Infraero . (Julho de 2007)
Embora o Presidente da Infraero Sérgio Gaudenzi como apoio do Ministro Jobim tenha me nomeado seu principal Assessor no cargo de Assessor Especial da Presidência da Infraero, isso fruto do reconhecimento de meu trabalho, pude desde início sentir que ambos pensavam de forma contrária, insistindo na abertura de capital da Empresa.
Ponderei diversas vezes que isso era muito difícil pois a Infraero não possui bens nenhum e só ocupa espaços de propriedade do Governo Federal.
Essa situação acabou por servidores influentes da Infraero conseguirem dificultar ainda no Governo do Presidente Lula essas concessões das nossas propostas.
O nosso trabalho indicava como início de implantação de concessão o Aeroporto de Viracopos em Campinas-SP e tinha como premissa a grande necessidade de investimento e a ausência da Aeronáutica nas instalações do aeroporto.
O Plano Diretor que desenvolvemos para o Aeroporto de Viracopos foi bastante audacioso propondo até a construção de uma quarta pista. Hoje conta só com uma. A previsão nos estudos é que lá teremos no final doas anos 20 (2025/2030) cerca de 70 milhões de passageiros ano.
No dia seguinte que assumi a Superintendência Regional, logo as 8:00 hs da manhã parti para esse aeroporto para visitar a área que estava com decreto de desapropriação.
Para se ter uma ideia de tamanho atualmente o Aeroporto de Viracopos tem 8,9 km² de área. A proposta que encaminhamos era de mais 12,0 km² e ainda a reserva de mais 8,0 km². Isso deixará o aeroporto com quase 30,0 km², ou seja uma área duas vezes maior que o município inteiro de São Caetano do Sul-SP.
O Aeroporto de Cumbica em Guarulhos-SP possui uma área de quase 14,0 km².
Há previsão de investimentos necessários para esse Aeroporto situado em uma das melhores regiões do Brasil, chega a quase 5,0 bilhões de dólares.
Em janeiro de 2008 a imprensa que já sabia minha participação nesses estudos de concessões de aeroportos acabou por publicar uma frase minha censurada pelo então lamentável Ministro da Defesa Nelson Jobim.
Proibiu de falarmos sobre esse assunto na Infraero o que não era difícil, pois quase a totalidade dos servidores da Empresa são contra isso com medo de "perder a boquinha".
Não penso dessa forma e sempre afirmei: "-- bom funcionário não deve temer a iniciativa privada, pois será sempre aproveitado e com melhores salários."
O Presidente Lula acabou por receber os estudos e chegou até afirmar que colocaria em prática uma licitação dos Aeroportos de Viracopos (fez parte dos nossos estudos) e também do Galeão no RJ (que como não fazia parte dos estudos deve ter sido incluído por interesses políticos).
Esta semana após estudos mais aprofundados pela ANAC e pela Secretaria-Executiva da Aviação Civil foram divulgados que após análises pelo TCU, finalmente, serão publicados os Editais para concessões de aeroportos Viracopos, Brasília e Cumbica estes dois últimos em expansão de Terminais, com lance inicial que chega a 5,5 bilhões de reais para os três casos.
Para se ter um exemplo a Infraero que possui bons técnicos nas áreas de Navegação Aérea, Operação, Manutenção, Carga Aérea e Segurança, peca muito na velocidade de expansão e qualificação dos seus 67 aeroportos que administra.
O Terminal 3 (TPS-3) de Guarulhos é um exemplo clássico: levaram cinco anos para fazer o projeto, mais três para fazer uma licitação que foi cancelada (em meu ver de forma leviana) em 2007 e depois ter levado mais quatro anos para novos projetos e ainda estamos na "estaca zero", 12 anos depois. Em qualquer país sério isso levaria alguns servidores e responsáveis ao banco dos réus.
A notícia sobre essa matéria foi publicada na UOL, que pode ser lida no link: http://www1.folha.uol.com.br/ fsp/mercado/15184-leilao-de- aeroportos-sera-em-fevereiro. shtml
At. Eng. Edgard Brandão
Ex Superintendente Regional do Sudeste e
Ex Assessor Especial da Presidência da Infraero
Fui convidado em Setembro de 2006 para assumir o importante cargo de Superintendente Regional do Sudeste na Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO e aceitei o desafio.
Na proposta de contratação minhas metas foram, em especial, apresentar estudos para concessões de aeroportos mesmo que de forma parciais como os terminais e combater a corrupção nos contratos comerciais dos aeroportos mais importantes do Brasil que ficavam sob a responsabilidade dessa Regional, ou seja: o Aeroporto Internacional de São Paulo - Guarulhos, Aeroporto de Congonhas, Aeroporto de Viracopos - Campinas e o aeroporto do Campo de Marte.
A queda do avião da Gol no choque com o Legacy oito dias depois de minha posse trouxe para o sistema um caos que acabou por dificultar essas ações propostas na minha contratação.
Na Infraero palavras como concessão ou privatização eram consideradas "palavrão".
Por estratégia convidei alguns técnicos de fora da empresa para estudarmos essas propostas. O trabalho foi muito produtivo.
Quando estava prestes a ser concluído e entregue aos dirigentes do País, ou seja Presidente República, Casa Civil e Presidente da Câmara dos Deputados aconteceu o acidente do avião da TAM ao lado do Aeroporto de Congonhas.
Isso acabou por alterarmos mais uma vez nossas propostas, pois tanto o Presidente da Infraero como o Ministro da Defesa pensavam em abrir o capital da Empresa e não fazer concessões.
Ambos receberam com detalhes (ver foto ilustrativa) sobre todos elementos e situação dos aeroportos da Regional.
Na foto em visita ao Aeroporto Internacional de São Paulo - Guarulhos-SP (Cumbica) com a presença do ex Prefeito Elói Pietá, Comandante da Aeronáutica tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito, Presidente da Infraero Sergio Gaudenzi, Ministro da Defesa Nelson Jobim e Eng Edgard Brandão Superintende Regional do Sudeste - Infraero . (Julho de 2007)
Embora o Presidente da Infraero Sérgio Gaudenzi como apoio do Ministro Jobim tenha me nomeado seu principal Assessor no cargo de Assessor Especial da Presidência da Infraero, isso fruto do reconhecimento de meu trabalho, pude desde início sentir que ambos pensavam de forma contrária, insistindo na abertura de capital da Empresa.
Ponderei diversas vezes que isso era muito difícil pois a Infraero não possui bens nenhum e só ocupa espaços de propriedade do Governo Federal.
Essa situação acabou por servidores influentes da Infraero conseguirem dificultar ainda no Governo do Presidente Lula essas concessões das nossas propostas.
O nosso trabalho indicava como início de implantação de concessão o Aeroporto de Viracopos em Campinas-SP e tinha como premissa a grande necessidade de investimento e a ausência da Aeronáutica nas instalações do aeroporto.
O Plano Diretor que desenvolvemos para o Aeroporto de Viracopos foi bastante audacioso propondo até a construção de uma quarta pista. Hoje conta só com uma. A previsão nos estudos é que lá teremos no final doas anos 20 (2025/2030) cerca de 70 milhões de passageiros ano.
No dia seguinte que assumi a Superintendência Regional, logo as 8:00 hs da manhã parti para esse aeroporto para visitar a área que estava com decreto de desapropriação.
Para se ter uma ideia de tamanho atualmente o Aeroporto de Viracopos tem 8,9 km² de área. A proposta que encaminhamos era de mais 12,0 km² e ainda a reserva de mais 8,0 km². Isso deixará o aeroporto com quase 30,0 km², ou seja uma área duas vezes maior que o município inteiro de São Caetano do Sul-SP.
O Aeroporto de Cumbica em Guarulhos-SP possui uma área de quase 14,0 km².
Há previsão de investimentos necessários para esse Aeroporto situado em uma das melhores regiões do Brasil, chega a quase 5,0 bilhões de dólares.
Em janeiro de 2008 a imprensa que já sabia minha participação nesses estudos de concessões de aeroportos acabou por publicar uma frase minha censurada pelo então lamentável Ministro da Defesa Nelson Jobim.
Proibiu de falarmos sobre esse assunto na Infraero o que não era difícil, pois quase a totalidade dos servidores da Empresa são contra isso com medo de "perder a boquinha".
Não penso dessa forma e sempre afirmei: "-- bom funcionário não deve temer a iniciativa privada, pois será sempre aproveitado e com melhores salários."
O Presidente Lula acabou por receber os estudos e chegou até afirmar que colocaria em prática uma licitação dos Aeroportos de Viracopos (fez parte dos nossos estudos) e também do Galeão no RJ (que como não fazia parte dos estudos deve ter sido incluído por interesses políticos).
Esta semana após estudos mais aprofundados pela ANAC e pela Secretaria-Executiva da Aviação Civil foram divulgados que após análises pelo TCU, finalmente, serão publicados os Editais para concessões de aeroportos Viracopos, Brasília e Cumbica estes dois últimos em expansão de Terminais, com lance inicial que chega a 5,5 bilhões de reais para os três casos.
Para se ter um exemplo a Infraero que possui bons técnicos nas áreas de Navegação Aérea, Operação, Manutenção, Carga Aérea e Segurança, peca muito na velocidade de expansão e qualificação dos seus 67 aeroportos que administra.
O Terminal 3 (TPS-3) de Guarulhos é um exemplo clássico: levaram cinco anos para fazer o projeto, mais três para fazer uma licitação que foi cancelada (em meu ver de forma leviana) em 2007 e depois ter levado mais quatro anos para novos projetos e ainda estamos na "estaca zero", 12 anos depois. Em qualquer país sério isso levaria alguns servidores e responsáveis ao banco dos réus.
A notícia sobre essa matéria foi publicada na UOL, que pode ser lida no link: http://www1.folha.uol.com.br/
At. Eng. Edgard Brandão
Ex Superintendente Regional do Sudeste e
Ex Assessor Especial da Presidência da Infraero
domingo, 11 de dezembro de 2011
11 de Dezembro: Dia do Engenheiro, do Arquiteto e do Agrimensor
11 de Dezembro é o nosso dia!
As minhas atividades institucionais começaram desde o tempo em que ainda era estagiário de Engenharia Civil.
Sempre estive muito ligado as atividades associativas, aos sindicatos das categorias e ao nosso Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo.
Dediquei muitas horas, a maioria das vezes a noite para essas atividades deixando de lado o convívio da família.
Acho que valeu o meu esforço e meus familiares sempre entenderam essas atividades complementares ao exercício da profissão.
Fui convidado por muitos anos para ministrar palestras para formando de engenharia sobre as atividades institucionais junto as Entidades de Classes, Órgão Públicos e outros afins.
Pertenci a várias entidades nos mais de quarenta anos de formação profissional e, em muitas das quais participei ativamente de sua fundação.
Em nosso Conselho atuei por muitos anos com Inspetor Chefe e Conselheiro da Câmara Civil. Atividades sempre honoríficas sem remuneração nenhuma.
Tenho muito orgulho da profissão que abracei com ENGENHEIRO CIVIL.
Em 2008 tive a grata surpresa de ser escolhido com "Engenheiro do Ano de 2008", título outorgado na Câmara Municipal de Santo André, após indicação de todas entidades da área tecnológica do Grande ABC, com coordenação da Delegacia Regional do ABC do Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo.
At. Eng. Edgard Brandão Jr.
Formado em 1970 pela Escola de Engenharia de Taubaté
Ex Secretario de Habitação de Santo André
Ex Superintendente Regional do Sudeste / Infraero.
Conselheiro Nato Administrativo da AEASA.
Assinar:
Postagens (Atom)








